O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.
Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.
Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?
Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".
Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."
Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.
Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
- Martha medeiros
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
domingo, 28 de novembro de 2010
improdutivo
sabe aqueles dias que nada flui .. poderia dizer que nada da certo , mas isso só se aplica quando voce tem vontade de fazer alguma coisa dar certo .. e isso eu não tenho !
esses dias o Rio tava uma loucura !! .. mas ja passou \o/
as aulas ja acabara agora só tenho aulas de recuperção e aprova final .. minha colação de grau é dia 22 de dezembro e não vejo a hora dela chegar .. de dizer fim a uma ERA que esta terminando ..
sabe coisas aconteceram , tive necessidades de contar p alguem .. e talls .. mas passou ..
aaah nem sei se ja comentei isso aqui , mas provavelmente não .. sabe tinha um carinha no meu col que era um gatinho .. ele era puro charme , sobrancelhas grossas , olhar pesado .. tudo de bom .. só era baixinho .. então minha amiga fez o trabalho sujo e no final das contas fiquei com ele .. mas que decepção ! .. o beijo dele era enlouquecedor .. não de maneira positiva .. de maneira diferente .. ele fazia milhoes de movimentos com a lingua que não consigi entende los! mas foi engraçado ..
bjs , até =)
esses dias o Rio tava uma loucura !! .. mas ja passou \o/
as aulas ja acabara agora só tenho aulas de recuperção e aprova final .. minha colação de grau é dia 22 de dezembro e não vejo a hora dela chegar .. de dizer fim a uma ERA que esta terminando ..
sabe coisas aconteceram , tive necessidades de contar p alguem .. e talls .. mas passou ..
aaah nem sei se ja comentei isso aqui , mas provavelmente não .. sabe tinha um carinha no meu col que era um gatinho .. ele era puro charme , sobrancelhas grossas , olhar pesado .. tudo de bom .. só era baixinho .. então minha amiga fez o trabalho sujo e no final das contas fiquei com ele .. mas que decepção ! .. o beijo dele era enlouquecedor .. não de maneira positiva .. de maneira diferente .. ele fazia milhoes de movimentos com a lingua que não consigi entende los! mas foi engraçado ..
bjs , até =)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
passou
faz um tempãão que não veio aqui escrever ! ...
tanta coisa aconteceu que nem sei por onde começar ..
1° terminei o namoro , e dessa vez é pre valer ! - ja não dava mais pra mim manter aquela mentira aquele teatro sem nessecidade só magoando mais e mais o carinha .... terminei , pronto acabou , foi indolor- pra mim , mas foi bom .. me senti livre ! e nem to sentindo falta .. não ainda .. e acho que tambem não sentirei .. o 1° sabado sem ele foi LIBERTADOR !
2° prova , estava ficando louca , hoje acabaram as do regular .. semana que vem tem as do tecnico , segunda UFRJ ... TENSOO !
sabe que vejo até uma pespectia boa .. ainda não encontrei ela sabe .. mas vou acha la em algum momento ! .. rs
pelo menos não preciso me preocupar com ninguem ! \o/
tanta coisa aconteceu que nem sei por onde começar ..
1° terminei o namoro , e dessa vez é pre valer ! - ja não dava mais pra mim manter aquela mentira aquele teatro sem nessecidade só magoando mais e mais o carinha .... terminei , pronto acabou , foi indolor- pra mim , mas foi bom .. me senti livre ! e nem to sentindo falta .. não ainda .. e acho que tambem não sentirei .. o 1° sabado sem ele foi LIBERTADOR !
2° prova , estava ficando louca , hoje acabaram as do regular .. semana que vem tem as do tecnico , segunda UFRJ ... TENSOO !
sabe que vejo até uma pespectia boa .. ainda não encontrei ela sabe .. mas vou acha la em algum momento ! .. rs
pelo menos não preciso me preocupar com ninguem ! \o/
terça-feira, 19 de outubro de 2010
meses
os meses passam as pessoas mudam , o tempo muda , as estações mudam e por que não conseguimos mudar certas coisas dentro de nos , sei que elas mudam mas de tal forma que achamos sempre que elas estão intactas !
somos humanos e como humanos não temos essencia , nos contruimos a cada dia , a cada olhar a cada toque . somos o que cada um pode ver de onos , somos sim egoistas e egocentricos !
deveriamos vir com manuais de intruções para cada um ver qual era seu defeito e assim podermos decidir se podemos conviver e aceitar isso ou se isso é uma coisa ruim para nos e inaceitavel.
as pessoas são como borboletas , algumas sao bonitas , outras estranhas ou feias , mas isso depende dos olhos de quem vê !há algumas que são toxicas , outras que são boa para o meio e sei lá nos queriamos ser como elas ..
elas não precisam pensar no futuro , não diretamente , não precisam ser felizes , apenas fazem o seu trabalho e mais nada !
são livre , livre pra pousar em qualquer flor que quiserem !
tambem somos livre , dentro de uma regras que podem ou não limitar a nossa liberdade !
'o inferno são os outros' , bem disse Sarte ! , ninguem é feliz por completo com pessoas a sua volta , sempre vai ter alguem pra ser mais que voce ! .. e por mais que não seje mais bonita ou mais rica , ela irá ser mais feliz .. se é que existe feliciade né !
mas como cremos que há sim um 'felizes para sempre' no final do tunel tudo , ou quase tudo é possivel !
preciso ir jatar , arumar meu materia para amanhã , se não enlouqueco com meus pensamento que são incenssatos e talvez ilogicos , mas tenho certeza que não sou unica nisso .. todos temos medos , desejos , perguntas e repostas das quais não temos dominio .
somos humanos e como humanos não temos essencia , nos contruimos a cada dia , a cada olhar a cada toque . somos o que cada um pode ver de onos , somos sim egoistas e egocentricos !
deveriamos vir com manuais de intruções para cada um ver qual era seu defeito e assim podermos decidir se podemos conviver e aceitar isso ou se isso é uma coisa ruim para nos e inaceitavel.
as pessoas são como borboletas , algumas sao bonitas , outras estranhas ou feias , mas isso depende dos olhos de quem vê !há algumas que são toxicas , outras que são boa para o meio e sei lá nos queriamos ser como elas ..
elas não precisam pensar no futuro , não diretamente , não precisam ser felizes , apenas fazem o seu trabalho e mais nada !
são livre , livre pra pousar em qualquer flor que quiserem !
tambem somos livre , dentro de uma regras que podem ou não limitar a nossa liberdade !
'o inferno são os outros' , bem disse Sarte ! , ninguem é feliz por completo com pessoas a sua volta , sempre vai ter alguem pra ser mais que voce ! .. e por mais que não seje mais bonita ou mais rica , ela irá ser mais feliz .. se é que existe feliciade né !
mas como cremos que há sim um 'felizes para sempre' no final do tunel tudo , ou quase tudo é possivel !
preciso ir jatar , arumar meu materia para amanhã , se não enlouqueco com meus pensamento que são incenssatos e talvez ilogicos , mas tenho certeza que não sou unica nisso .. todos temos medos , desejos , perguntas e repostas das quais não temos dominio .
As mães não deveriam morrer
Uma amiga perdeu a mãe, de repente. A notícia me alcançou por e-mail, agora que a internet deixou o mundo pequeno. Estou longe, mas também aqui, neste lugar sem distância que é o mundo virtual. Mas com tempo veloz, em que uma hora pode ser um pretérito definitivo na disputa pela supremacia dos segundos. Como era antes, quando as notícias levavam meses para chegar e o mundo sobre o qual falavam já tinha inteiro se transmutado, quando as cartas eram sempre um retrato do passado? Agora tudo é agora. E os tempos se confundem de outro modo. Mas se confundem.
Senti tanto o desamparo da minha amiga, porque sei que as mães não deveriam morrer. Na mesma noite sonhei com meus mortos. Meu avô sentava-se com minha avó ao redor da mesa da cozinha como antes e como nunca, porque meu avô sabia que minha avó tinha morrido e eu sabia que meu avô tinha morrido uns 20 anos depois dela. E uma quarta pessoa, desconhecida de todos nós reunidos naquela cozinha, sabia que eu também já tinha morrido, numa outra época que ainda não chegou para mim. Mas comíamos bolinhos de chuva naquela mesa porque compreendíamos que, no curto espaço de existência, neste soluço entre o nascimento e a morte que pertence a cada um de nós, nem os sonhos devem ser desperdiçados. E ali, enquanto eu dormia num quarto de hotel, éramos uma impossibilidade lógica que conversava e que ria.
Quando perdemos alguém que amamos, a dor é tão extravagante que nos come vivos, como se fosse uma daquelas formigas africanas que vemos nos documentários da National Geographic. A dor está lá quando acordamos. Continua lá quando respiramos. Nos espreita do espelho diante do qual escovamos os dentes pela manhã com um braço que pesa uma tonelada. E, quando por um instante nos distraímos, crava seus dentes bem no coração. Neste longo momento depois da perda, sabemos mais dos buracos negros do que os astrônomos porque carregamos um dentro de nós. E arrancamos cada dia nosso do interior de sua boca ávida, com uma força que não temos, para que não nos sugue de dentro para dentro.
Devagar, bem devagar, muito mais devagar do que o mundo lá fora nos exige, o vazio vai virando uma outra coisa. Uma que nos permite viver. Descobrimos que nossos mortos nos habitam, fazem parte de nós, correm em nossas veias fundidos a hemácias e leucócitos. Que suas histórias estão misturadas com as nossas, que seus desejos se deixaram em nós. Que, de certo modo, somos muita gente, multidão. Como também nós seremos em muita gente, deixando, em cada um, ecos de diferentes decibéis e intensidades. Acolhemos então aquele que nos falta de uma forma que nunca mais nos deixará. Como saudade. E como saudade não poderá mais partir.
Somada, a vida humana é um rio barulhento de memórias no leito do tempo. Enquanto outras espécies sabem, sem que ninguém tenha ensinado, que precisam voar para o sul para não sucumbir no inverno ou que devem escalar dezenas de metros de uma árvore em busca da fêmea para se acasalar num momento preciso, nós perpetuamos lembranças. Não é uma intuição prática, no sentido ordinário do termo. Mas é tão vital quanto o acasalamento ou a fuga do inverno.
Quem não entende isso acha que, quando doamos as roupas e os objetos de quem amamos e se foi ou deixamos de chorar no cemitério, superamos a perda. Não acredito que exista superação no sentido do esquecimento. O que acontece é que compreendemos que aquela pessoa não estará mais no mundo externo, não pertence mais a ele. Mas também não é mais um vazio que grita como nos primeiros meses, às vezes anos. Ela agora mora no mundo de dentro, vive como memória nossa, em nós. E assim não está mais morta, mas viva de um outro jeito. É o que me ensina João, o homem que divide comigo a aventura arriscada de viver. De luto por sua própria mãe, percebo que a carrega nos olhos quando se maravilha com a novidade do mundo.Assim como a natureza tece mil expedientes para perpetuar seus genes, pertençam eles a um chimpanzé ou a uma mosca; nós, cuja diferença evolutiva nos permitiu inventar a cultura e ser na cultura, perpetuamos a vida através da memória. Já que, para nós, não há vida sem a consciência da vida. Transmitimos as histórias, o conhecimento e os sentimentos dos que se foram, tanto como humanidade quanto como indivíduo, como se fossem parte de um DNA imaterial. Do contrário, seria impossível conviver com o privilégio de nossa espécie, a consciência do fim.
Quem não entende isso acha que, quando doamos as roupas e os objetos de quem amamos e se foi ou deixamos de chorar no cemitério, superamos a perda. Não acredito que exista superação no sentido do esquecimento. O que acontece é que compreendemos que aquela pessoa não estará mais no mundo externo, não pertence mais a ele. Mas também não é mais um vazio que grita como nos primeiros meses, às vezes anos. Ela agora mora no mundo de dentro, vive como memória nossa, em nós. E assim não está mais morta, mas viva de um outro jeito. É o que me ensina João, o homem que divide comigo a aventura arriscada de viver. De luto por sua própria mãe, percebo que a carrega nos olhos quando se maravilha com a novidade do mundo.Assim como a natureza tece mil expedientes para perpetuar seus genes, pertençam eles a um chimpanzé ou a uma mosca; nós, cuja diferença evolutiva nos permitiu inventar a cultura e ser na cultura, perpetuamos a vida através da memória. Já que, para nós, não há vida sem a consciência da vida. Transmitimos as histórias, o conhecimento e os sentimentos dos que se foram, tanto como humanidade quanto como indivíduo, como se fossem parte de um DNA imaterial. Do contrário, seria impossível conviver com o privilégio de nossa espécie, a consciência do fim.
Ele me ensina que a vida dos mortos em nós não é possessão nem fantasma. Nem é morte. O mórbido é quando não conseguimos dar um lugar vivo para o morto. Então a memória fica pregada naquele momento de horror e a vida se torna impossível, porque a existência não é água parada, mas rio que corre. Acontece quando alguém, pelos mais variados motivos, não consegue fazer o luto e dar um lugar de saudade para a dor. Quando nos fixamos, num dogma ou numa falta, partes importantes de nós gangrenam. Mas quando os mortos se acomodam em nós como lembrança que muda segundo o viver de quem vive, tudo flui. Se há algo que a vida é em essência é movimento. E o luto é um movimento que reabre as portas para a vida ao romper com a rigidez da morte em nós. Por isso, para o luto não pode haver pressa, porque é grande e largo o gesto que temos de fazer acima e apesar do horror que nos atinge até mesmo em partes que nem sabíamos que existiam.
Quando perdeu a mãe, João compreendeu por completo a poesia que Carlos Drummond de Andrade escreveu para a poeta Ana Cristina Cesar, que se suicidou aos 31 anos atirando-se pela janela do 13° andar. Ela fala da diferença entre falta e ausência. “Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.” É isso. A ausência não é falta. Ou, dito de outro modo, a falta nos come vivos. A ausência, por paradoxal que pareça, nos preenche.
Há um filme de extraordinária beleza sobre a perda, a saudade e o lugar dos mortos em nós. Chama-se “Hanami – Cerejeiras em flor” (Doris Dörrie, 2008 – Alemanha/França). Passou nos cinemas, ainda resiste numa sala ou outra, mas já assisti ao filme na TV por assinatura. Se você encontrar este nome na programação, não deixe de ver. Feche as cortinas, proteja-se do barulho da rua, programe-se para algo especial. O filme conta a história de um homem que não gosta de sair da rotina em sua viagem mais longa e menos previsível. Ele parte em busca de sua mulher e só a encontra quando descobre que ela está dentro dele, nos gestos dele, no corpo e nos olhos que ele empresta a ela. É um filme sobre a morte que nos leva ao único lugar onde vale a pena chegar, à vida.
Quando sofremos uma grande perda ou somos abalroados por uma catástrofe pessoal de outro gênero, as pessoas dizem, para nos consolar e com as melhores intenções, que tudo passa. Acho que, na verdade, nada passa. A frase mais precisa seria que tudo muda. Também nós que aqui estamos como matéria um dia seremos apenas eco. Tanto pelas nossas células que alimentam e se agregam a outros seres vivos a partir da decomposição de nosso corpo como pelas histórias que transmitimos e permanecem além de nós. Aquela que fui ontem já mudou, a ruga que há um ano não existia agora é visível na pálpebra direita, minha percepção do mundo não é mais exatamente a mesma do mês passado, alterada por novas experiências que me alargaram. De certo modo, nascemos e morremos tantas vezes até o fim da vida. E é este o movimento que importa.
Queria dizer isso à amiga que perdeu a mãe de repente. Mas agora minha amiga ouve, mas não pode escutar. A dor a está comendo viva como as formigas africanas. Tudo é horror e absoluto. Mas com o tempo, um período só dela e que não pode ser determinado em parte alguma nem por ninguém, minha amiga vai começar a perceber que a mãe é uma ausência presente no formato das suas unhas, num certo jeito de mexer a cabeça quando fala, na tonalidade rara dos olhos. Está nas palavras e nas histórias que conversam dentro dela, na mitologia familiar que se perpetua, nos sons da memória. E então poderá reencontrar a mãe dentro dela. E levá-la para passear.
E, num dia que sempre chega, viverão as duas como história, como cacos de lembranças encaixados em diferentes rearranjos de vitrais, na vida dos que vieram depois. É pouco, talvez. É tudo o que temos.
Eliane Brum
Posterior
Tive que ler esse texto para fazer um trabalho de filosofia , que precisava tambem ver o video " Dancem , Macacos , Dancem !" que tambem é um maximo .
sabe , tudo que foi dito é realmente verdade ! .. toda nossa insatisfação faz com nos quisessemos um 'final feliz' , só que ninguem nunca se pergunta ' e quando chegar o final feliz , como vai ser ?' .. ninguem pensa no depois .. sei que pensar no futuro é talvez não viver o presente .. mas sempre nos projetamos no futuro , ' amanhã estudarei ' , 'vou começar a malhar semana que vem', 'dieta é na segunda feira' .. e coisa mais... no final pensamos no futuro buscando o melhor e não tendo em vista que estamos no 'melhor' .. o que vem depois do 'felizes para sempre' ?
eu não sei , e acho que ninguem sabe, muito menos quem os escreveu , pois depois do 'felizes para sempre' sempre tem um ponto final !
quem consegue esse final tão procurado , desejado ?
acho que ninguem consegue atingir seu feliz para sempre completo , ninguem nunca é feliz por completo , é do ser humano não ser completo , não achar falta , não ausentar nada .. mesmo que tudo a sua volta estege perfeito , nele mesmo algo vai estar faltando !!!
sabe , tudo que foi dito é realmente verdade ! .. toda nossa insatisfação faz com nos quisessemos um 'final feliz' , só que ninguem nunca se pergunta ' e quando chegar o final feliz , como vai ser ?' .. ninguem pensa no depois .. sei que pensar no futuro é talvez não viver o presente .. mas sempre nos projetamos no futuro , ' amanhã estudarei ' , 'vou começar a malhar semana que vem', 'dieta é na segunda feira' .. e coisa mais... no final pensamos no futuro buscando o melhor e não tendo em vista que estamos no 'melhor' .. o que vem depois do 'felizes para sempre' ?
eu não sei , e acho que ninguem sabe, muito menos quem os escreveu , pois depois do 'felizes para sempre' sempre tem um ponto final !
quem consegue esse final tão procurado , desejado ?
acho que ninguem consegue atingir seu feliz para sempre completo , ninguem nunca é feliz por completo , é do ser humano não ser completo , não achar falta , não ausentar nada .. mesmo que tudo a sua volta estege perfeito , nele mesmo algo vai estar faltando !!!
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