domingo, 30 de maio de 2010

domingo.

hoje é domingo , amanhã é segunda =S
andei pra caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaamba ontem no corredor cultura , pelo menos foi supeer engraçadoo ! tinha uns gatinhos no centro , nossa ... rsrsrsrsrrs
carambem sabe o que eu tô pensando hoje repetidamente em terminar novamente .. mas acho que não seria a melhor coisa a ser feita .. mas me deu uma vontade loucaaaaaaaaaaaa de fazer isso hoej ! tenso não ?! ..
vou almoçar ...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ultima do dia =)

vou dormir , amanhã tem corredor historico no centro do Rio !! ja conheço tudo . mas agora vais ser tudo nos miniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimos detalhees ! rsrsrsrsr
ainda tenho aula até as 4 da tarde , e ensaio da quadrilha ..
amanhã vai faltar 1 semana pros meus 17 anoos =)
tô ficando velhinhaa ...
altas reflexões hoje com os amigos .. é chato , horrivel querer ajudar e não poder ! =/
bjs - até
por que textos simbolistas e pré modernos são tão bons .. deve ser por que eles se parecem mais com a vida e tem uma visão pessimista .. tirando o transcedente que não tem nada haver com nada .. aliais .. hoje via 'ALICE' .. putz ... que filminho ruim .. tudo bem é cheio de efeitos e talls .. mas que enredo faco , o climax eu não achei ...tudo pra no filnal ela falar que queria 'viver' mais .... só por que todo mundo tinha que casar e a tia que não casou ficou doida .. [normal não ??! ..]
absurdo totaaal , ainda bem que não paguei pra ver aquela merda no cinemaa !!!!

Cárcere das almas

Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,
Soluçando nas trevas, entre as grades
Do calabouço olhando imensidades,
Mares, estrelas, tardes, natureza.

Tudo se veste de uma igual grandeza
Quando a alma entre grilhões as liberdades
Sonha e, sonhando, as imortalidades
Rasga no etéreo o Espaço da Pureza.

Ó almas presas, mudas e fechadas
Nas prisões colossais e abandonadas,
Da Dor no calabouço, atroz, funéreo!

Nesses silêncios solitários, graves,
que chaveiro do Céu possui as chaves
para abrir-vos as portas do Mistério?!

Cruz e Souza

VERSOS ÍNTIMOS


Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!


Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.


Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.


Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

Augusto dos Anjos

quarta-feira, 26 de maio de 2010

nossa , tô com uma dor de cabeça filha da puta hoje .. fui inventar de ficar me saculejando /dançando .. deu nisso ... daqui a pouco meu namorado deve vir aqui em casa .. aah nem contei né ..
voltei com o meu namorado .. rsrsrrsrs instavel não ?! ..
é eu tava sentindo falata dele e talls .. não sei muito bem o que sinto por ele .. só sei que tinha horas que eu precisava dele .. estranho , absurdo mas é a mais pura verdade .. a não ser que os meus sentidos estejam me enganando .;.. mas ai ja é filosofia demais .. rsrsrsrrsrsrs

terça-feira, 25 de maio de 2010

tudo&nada

 - Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar.

- Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.
A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.

- Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.

Caio Fernando Abreu

tempo ,

muito tempo sem aparecer por aqui .. sabe que tava sentindo falta  , falta de escrever , falata de ver , falata de sentir tudo de novo e mais detalhadamente ...
sabe que onibus é uma coisa triste .. ainda mas se tiver empé dentro de um .. ainda bem que faz um tempinho que não pego um assim .. ( acho que deve ter uns 3 dias .. rsrsrs ) mas enfim , onibus é bom pra pensar ... pensar em tudo !
As vezes numa dessas longaas viagens de volta para casa fico pensando comigo mesma , fazendo balanços de coisas que taõa acontecendo ou que poderiam ter acontecido e isso é surtanteee !
Tem vezes que fico até triste só de pensar em algumas coisas ...

Ismália


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

Alphonsus de Guimaraens